Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

 
 
21/03/2026
Edital de Convocação de Assembleia Geral Ordinária
 
07/02/2026
Edital de Convocação de Assembleia Geral Ordinária
 
23/01/2026
Início dos cursos Básico, ESDE e Evangelização em 2026
 
20/12/2025
AVISO RECESSO DE CARNAVAL 2026
 
20/12/2025
AVISO RECESSO FINAL DE ANO 2025
 
 
Básico
 
Bibliografia
 
Biografias - Parte 1
 
Biografias - Parte 2
 
Conscientização Mediúnica
 
 
16/05/2012 - Por: www.oespiritismo.com.br
Tamanho da fonte: A- A+
 
Perdoar
 


Sim, deves perdoar! Perdoar e esquecer a ofensa que te colheu de surpresa, quase dilacerando a tua paz. Afinal, o teu opositor não desejou ferir-te realmente, e, se o fez com essa intenção, perdoa ainda, perdoa-o com maior dose de compaixão e amor. 



Ele deve estar enfermo, credor, portanto, da misericórdia do perdão. 

Ante a tua aflição, talvez ele sorria. A insanidade se apresenta em face múltipla e uma delas é a impiedade, outra o sarcasmo, podendo revestir-se de aspectos muito diversos. 


Se ele agiu, cruciado pela ira, assacando as armas da calúnia e da agressão, foi vitimado por cilada infeliz da qual poderá sair desequilibrado ou comprometido organicamente. Possivelmente, não irá perceber esse problema, senão mais tarde. 



Quando te ofendeu deliberadamente, conduzindo o teu nome e o teu caráter ao descrédito, em verdade se desacreditou ele mesmo. 
Continuas o que és e não o que ele disse a teu respeito. 


Conquanto justifique manter a animosidade contra tua pessoa, evitando a reaproximação, alimenta miasmas que lhe fazem mal e se abebera da alienação com indisfarçável presunção. 


Perdoa, portanto, seja o que for e a quem for. 

O perdão beneficia aquele que perdoa, por propiciar-lhe paz espiritual, equilíbrio emocional e lucidez mental. 


Felizes são os que possuem a fortuna do perdão para a distender largamente, sem parcimônia. 
O perdoado é alguém em débito; o que perdoou é espírito em lucro. 


Se revidas o mal és igual ao ofensor; se perdoas, estás em melhor condição; mas se perdoas e amas aquele que te maltratou, avanças em marcha invejável pela rota do bem. 


Todo agressor sofre em si mesmo. É um espírito envenenado, espargindo o tóxico que o vitima. Não desças a ele senão para o ajudar. 



Há tanto tempo não experimentavas aflição ou problema - graças à fé clara e nobre que esflora em tua alma - que te desacostumaste ao convívio do sofrimento. Por isso, estás considerando em demasia o petardo com que te atingiram, valorizando a ferida que podes de imediato cicatrizar. 



Pelo que se passa contigo, medita e compreenderás o que ocorre com ele, o teu ofensor. 
O que te é Inusitado, nele é habitual. 
Se não te permitires a ira ou a rebeldia - perdoarás! 


A mão que, em afagando a tua, crava nela espinhos e urze que carrega, está ferida ou se ferirá simultaneamente. Não lhe retribuas a atitude, usando estiletes de violência para não aprofundares as lacerações. 


O regato singelo, que tem o curso impedido por calhaus e os não pode afastar, contorna-os ou para, a fim de ultrapassá-los e seguir adiante. 


A natureza violentada pela tormenta responde ao ultraje reverdescendo tudo e logo multiplicando flores e grãos. 


E o pântano infeliz, na sua desolação, quando se adorna de luar, parece receber o perdão da paisagem e a benéfica esperança da oportunidade de ser drenado brevemente, transformando-se em jardim. 



Que é o "Consolador", que hoje nos conforta e esclarece, conduzindo uma plêiade de Embaixadores dos Céus para a Terra, em missão de misericórdia e amor, senão o perdão de Deus aos nossos erros, por intercessão de Jesus?! 



Perdoa, sim, e intercede ao Senhor por aquele que te ofende, olvidando todo o mal que ele supõe ter-te feito ou que supões que ele te fez, e, se o conseguires, ama-o, assim mesmo como ele é. 



"Não vos digo que perdoeis até sete vezes, mas até setenta vezes sete vezes". Mateus: 18-22. 


"A misericórdia é o complemento da brandura, porquanto aquele que não for misericordioso não poderá ser brando e pacifico. Ela consiste no esquecimento e no perdão das ofensas". O Evangelho Segundo O Espiritismo, Cap. X - Item 4. 



Autor: Joanna de Ângelis

Psicografia de Divaldo Franco. Livro: Florações Evangélicas

 

 
 
Inicial | Histórico | Departamentos | Diretoria | Notícias | Cronograma | Apostilas | Vídeos | Contato | Webmail
 
SEAMB © 2026. Todos os direitos reservados. Hospedagem e Desenvolvimento: HD Soluções Internet